Bateria
(legalize já)
Canabis
Janaína
Ra tá tá
(legalize já)
Quadras
Quando você me vir
Do outro modo
Não se assuste
Por parecer derrota
É que meu coração
Não sabe
Dobrar esquinas
Sem doer os quadriz
Tarde triste
Que ser humano é esse
Que não sabe perceber
O entardecer em Goiânia
Que ser humano é esse
Que não sabe perceber
O entardecer em Paris
Que ser nesse tempo?
De nenhum entardecer
Tempo de guerra fria
Que ser?
Sem tardes
Em tardes
Quando as catástrofes
Humanas
Tem o tamanho tempo
Dos acidentes domésticos
Quê?
Queijo!
De Minas
Enormes canteiros
Praças de róseas rimas
Colégio Farnezi Maciel
Tias Carolinas
Vai, Geraldo!
Que a vida besta tem mais prazeres e mais tardes tristes
Sonetilho antológico
Free Anta
Uma jamanta
Cava buracos
E não serve a janta
Caça é santa
Viaduto
No parque
É manta
Feijão
Com
Arroz
Faz
Carne
Santa
Sonetilha drumondiana
Beber Cecílias e Carlos
Na infância
Para seres poetas
Cuspir rimas
Sem metalinguagem
Secreta
Coração
De poeta
É vadio
Vive
Em linha
Reta
Essa besta
Poeta
Sonetilho corrupto
Corrupto?
Soa
Não sei mais
Quem é
Ou não era
Só sei
Que soa
O não sou
Corrupto.
Ser ou não seres
Pomba do bando
Ex a questão
Lume é Lampião
Passárgada
Sonetilho estilhaçado
Meu coração
Nunca dorme
Sem festejar
Luas cheias
Sem conduzir
Passeatas
De jovens
Palhaças
Com circo
Nos olhos
E bola
No nariz
Meu coração
Aprendiz
Sonetilho Inglês
Olho morto
No olho vivo
E meu amor
Morreu de tédio
Outra vez
De tédio
Outra vez
De ódio
Outra vez
De tédio
Outra vez
De ódio
Outra vez
rs
Sonetilho
Olho morto
No olho vivo
E meu amor
Morreu de tédio
Outra vez
De tédio
Outra vez
De ódio
Outra vez
De tédio
Outra vez
De ódio
Outra vez
rs
Satisfeito
E Espartacus
Vou brincar
No campinho
Da lobeira
Um lapso
Uma luz
Uma vida
Inteira
Uma tarde triste
Uma tarde alegre
No campinho
Da lobeira
Joga bola, menino!
Que a charanga
Anuncia
Uma chaleira
Trabalha, menino!
Rasa bola
Poesias
No outeiro
Trabalha videiro
Do fruto feito
De seo João
Satisfeito
Uma poda
Um corte
Perfeito
Uva bola, menino!
E não lhe
Devo idas
Nem lhe devo
Respeito